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Os cenários de 2010 começam a melhorar para a pré-candidatura governista ao Palácio do Planalto. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), teve queda de 5 pontos percentuais em relação ao último levantamento, mas ainda lidera com 34% das intenções de voto.

Já Dilma Roussef (PT) foi a única candidata que subiu nas pesquisas. E subiu bem: 9 pontos em pouco mais de um mês, marcando 27% das intenções de voto.

Ciro Gomes (PSB) e Marina Silva (PV) também caíram: ele, despencou como Serra e perdeu seis pontos. Ela, dois. O deputado federal somou 11%, e a senadora ficou com 6%.

O Vox Populi - assim como outros institutos - continuam a ignorar solenemente as pré-candidaturas do PSOL, PSTU e PMDB. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) lançou sua pré-candidatura em agosto do ano passado. Zé Maria (PSTU) e Roberto Requião (PMDB) no fim do ano, mas mesmo assim, seus nomes não são testados nas pesquisas.

Acompanhem no gráfico abaixo



Porque Pavan quer ser investigado?

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A repercussão das atitudes do vice-governador Leonel Pavan (PSDB) está deixando muitos acompanhantes do noticiário político em dúvida. Porque Pavan não está medindo esforços para garantir que a investigação contra sua pessoa aconteça ? Porque pediu aos deputados estaduais que autorizem o Tribunal de Justiça a processá-lo? Porque tem tanto interesse em fazer com que o processo corra de maneira rápida? Afinal de contas, na história política recente do país, todos os políticos acusados de graves crimes de corrupção dão nó em pingo d’água para impedir processos, investigações, CPIs e afins. Então, porque Pavan quer permitir tudo isso?

Um dos motivos aparentes é exatamente este: inundar a cabeça das pessoas de dúvidas. Pavan quer demonstrar que age como inocente, mesmo que as imagens e gravações já exibidas pela imprensa sejam avassaladoras.

Além disso, a partir do momento em que o processo começar a tramitar no Tribunal de Justiça, o assunto tecnicamente “morre” para a imprensa. É só um dos 50 desembargadores pedir vistas do processo para que deixem de ocorrer fatos novos até a imprensa silenciar sobre o caso. Com o silêncio, a intenção de assumir o governo e tentar salvar a moribunda candidatura ganha força.

Ao mesmo tempo, Pavan, que está com o projeto eleitoral por um fio, limpa a barra dos deputados governistas, ao liberá-los a votar a favor da investigação. Afinal, o presidente tucano não precisa compartilhar o ônus eleitoral com a base do governo, pois isso afetaria os projetos da tríplice aliança.

O mesmo ocorreu quando a Assembleia Legislativa acatou o pedido de impeachment do PSOL. Ele poderia ter engavetado o pedido sumariamente, sob qualquer desculpa esfarrapada. Caso isso ocorresse, Jorginho Mello (PSDB), presidente da Alesc, arcaria sozinho com o ônus de engavetar o impeachment. Ao constituir comissão especial para realizar a investigação, ele dilui a responsabilidade com nove deputados e lava as mãos. De quebra, passa a imagem de independência e transparência.

A Alesc também tentará empurrar com a barriga o pedido de impeachment, para blindar Pavan. Possíveis fatos novos devem complicar essa estratégia de passar a imagem de bom moço e adiar sua posse como governador, quem sabe, até impedi-la.

Associação Arco-íris elege nova direção

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A Associação Arco-íris de Joinville elegeu sua nova direção em assembleia geral realizada no último domingo, dia 24 de janeiro. A eleição ocorreu após a assembleia ter definido mudanças estatutárias e organizacionais na entidade.

Em agosto, a associação arco-íris havia eleito uma direção provisória para um "mandato tampão", responsável por encaminhar esse novo formato de organização. Após muitos debates, a associação adotou o modelo colegiado e elegeu cinco novos membros.

Diretoria de Comunicação: Carolina Raquel da Veiga
Diretoria de Eventos: Ismael Ramos
Diretoria Financeira: Jackson de Oliveira
Diretoria de Projetos: Jefferson Kielwagen
Diretoria Administrativa: Josué Júnior

Além da nova direção, foram eleitos os três membros do Conselho Fiscal, do qual também faço parte. Além deste blogueiro, foram eleitos os membros Emanuelle Carvalho e Sandro Lindoso.

Os sete novo membros cumprirão um mandato de dois anos, ficando nos cargos até janeiro de 2012.

700 quilômetros pela Serra Catarinense

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Tive a oportunidade de viajar até Lages e Campos Novos na última semana, para participar de reuniões com simpatizantes e militantes do PSOL. Foi uma longa viagem, e bastante cansativa: saímos da capital às 6 da manhã e chegamos apenas às 22 horas. Somando tudo, a viagem chegou aos 700 quilômetros, ida e volta. Me acompanharam os camaradas Paulo Wilpert e Luana Bergmann. As poucas fotos que batemos estão aí abaixo.

As primeiras fotos são em Lages, onde nos reunimos na Casa do Trabalhador, um prédio que reúne diversos sindicatos. Na sequência, as imagens de uma reunião no assentamento Sepé Tiaraju, em Campos Novos, onde também compareceram simpatizantes da cidade de Erval Velho. Lá, o militante do PSOL João Maria Chaves (de vermelho), que também participa do MST está dialogando com um grupo de militantes para que ingressem no partido. Fomos lá fazer o debate e fomos muito bem recebidos.

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