PSOL Joinville elege nova direção e terá candidatura própria


Os militantes do PSOL em Joinville elegeram uma nova direção municipal neste sábado, 27 de agosto. A executiva será presidida pelo jornalista Leonel Camasão, que substitui o micro-empresário Ivan Rocha, à frente do partido desde dezembro de 2009. A reunião definiu também que os socialistas terão candidatura própria a prefeito nas eleições 2012. 

Segundo Camasão, a necessidade de candidatura própria do PSOL se caracteriza por um "vazio à esquerda" com a chegada de Carlito ao poder. "A chegada do PT ao governo representava esse desejo de ruptura e de mudança. Carlito chegou e nem a ruptura, nem a mudança vieram com ele. Por isso, existe um vazio à esquerda que o PSOL deve ocupar, uma candidatura que seja, novamente, portadora dos desejos de mudança e de justiça social", opina. 

Para o jornalista, ainda é cedo para falar em nomes. "Esse é um debate que está em aberto. A candidatura a prefeito ou prefeita pelo PSOL está se construindo a partir de um debate de programa, de caráter ideológico, e não apenas de nomes", explica. 

Além de renovar a direção, o partido também escolheu representantes para o Congresso Estadual do PSOL, que ocorre em novembro, em Florianópolis.

Veja a nova Executiva Municipal do PSOL


Presidente - Leonel Camasão, jornalista
Tesoureiro - Marcos Alves Soares, professor da rede municipal e estadual
Secretária Geral - Terezinha Ivonete de Medeiros, aposentada do INSS
1ª Secretária - Marianne Maier, gerente comercial
Secretária de Comunicação - Denise Sanches, estudante de psicologia
1° Secretário de Comunicação - Gabriel Medeiros Chati, produtor cultural
Secretário de Formação - Sandovan Vivan Eichenberger, psicólogo

Fonte: PSOL Joinville

Comentários

Nilton Queiroz disse…
Parabéns aos companheiros de luta do PSOL, muita sorte a todos e todas.
parabéns aos companheiros e, em especial, à você companheiro Leo... força e coragem!

Postagens mais visitadas deste blog

Chico Alencar lança candidatura e Câmara tem agora 4 postulantes

Pastor chama vereador de vagabundo e é declarado 'persona non grata'

Primeiras impressões sobre os protestos no Brasil