Ministério Público indicia presidente da Fundação Cultural e mais 10 no caso Fundema

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) indiciou nesta sexta-feira 11 pessoas envolvidas nos casos de corrupção na Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema) em Joinville. 

Além do ex-presidente da Fundema, Marcos Schoene, e seus três filhos, Rodrigo, Bárbara e Monica Schoene, todos envolvidos, o MP surpreendeu ao indiciar também o presidente da Fundação Cultural de Joinville, Silvestre Ferreira, e a Gerente da Fundação, Elizabete Tamanini. 

O indiciamento de Silvestre é grave, pois coloca um dos principais gestores do governo Carlito em cheque. Além disso, caso Silvestre esteja realmente envolvido, será o segundo nome do primeiro escalão de Carlito envolvido em casos de corrupção.

Além destes, três coordenadores (cargos comissionados) da Fundema também estão entre os indiciados: Paulo Roberto da Silva (Coordenador Jurídico), Marcelo de Campos Franzoni (Coordenador de licenciamento ambiental) e Lorena Kertzendorff Souza (Coordenadora do setor de processos). 

Ex-presidente do JEC também envolvido
O ex-presidente do Joinville Esporte Clube (JEC), Alberto Mauro Bartholi, além do empresário Marconi de Andrade Bartholi, também estão entre os indiciados. 

Marcos e Rodrigo Schoene soltos

O MPSC também entregou uma denúncia crime contra os envolvidos. Por isso, o juiz que está no caso, João Marcos Buch, mandou liberar Marcos e Rodrigo Schoene da prisão preventiva, por entender que eles não tem mais como intervir na coleta de provas

Com informações de AN

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