Na imprensa: "Só vai haver transporte público de verdade quando não houver mais tarifa"





A primeira audiência pública para debater a licitação do transporte coletivo foi um verdadeiro massacre para os representantes da Prefeitura de Joinville. Mais de 40 intervenções do público criticaram durante a falta de democracia na condução do processo e exigiram a criação de uma empresa pública de transporte na cidade.

A principal reivindicação apresentada pelos movimentos sociais foi a municipalização do transporte coletivo, com a implantação do projeto Tarifa Zero. 

O Presidente do PSOL Joinville, Leonel Camasão, defendeu o caráter público do transporte coletivo. "Só vai haver transporte coletivo de verdade nessa cidade, público, quando não houver mais tarifa", afirmou. 

Com plenário lotado, a Câmara de Vereadores ficou pequena para tantas pessoas que queriam debater o transporte da cidade.

Os manifestantes pediam ainda a realização de 14 audiências públicas, uma em cada regional da cidade, para levar a discussão aos bairros. 

Marcaram presença no debate militantes do PSOL, do PCdoB, do PSTU e da tendência Esquerda Marxista do PT, além de membros da Frente de Luta Pelo Transporte Público, Centro de Direitos Humanos, DCE da Univille, União Joinvilense de Estudantes Secundaristas (UJES), centros acadêmicos, servidores municipais, representantes de associações de moradores, entre outros. 

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